Em 13 de maio de 1920 também não se realizaram as celebrações em Fátima


Há 100 anos, (13 de maio de 1920) também não se realizaram as celebrações em Fátima: estava previsto estarem milhares de pessoas na Cova da Iria, mas as autoridades oficiais proibiram os peregrinos de lá chegarem.
Por motivos diferentes, 100 anos depois, as forças policiais também vão impedir os peregrinos de lá chegarem. Também há 100 anos, o Cardeal Patriarca proibiu aquela que seria a primeira missa campal na Cova da Iria.
100 anos depois…Coincidências!!!
Para o dia 13 de maio de 1920, quinta-feira da Ascensão, estava prevista realizar-se uma grande manifestação de Fé e piedade em Fátima com a entrada da imagem na Cova da Iria, mas as autoridades oficiais (o administrador do concelho de Vila Nova de Ourém, o governador civil do distrito de Santarém e o ministro do Interior), enviaram forças militares de infantaria e cavalaria da GNR para Fátima. As forças formaram dois cordões: um na Cova da Iria e o outro junto da igreja paroquial de Fátima.
O objetivo foi proibir a saída da imagem para a Cova da Iria o que veio a acontecer, como também proibir os fiéis de passarem pela estrada distrital até à Cova da Iria, o local das aparições. O dia foi de trovoada e de chuva abundante. Perante uma multidão de milhares de pessoas, alguns militares chegaram a desembainhar as espadas e a agredir alguns homens que de guarda-chuva aberto olhavam tristemente para a situação.
Para esse dia 13 de maio de 1920, estava previsto a realização da primeira missa campal na Cova da Iria, mas o Cardeal Patriarca não concedeu a licença para a celebração.
100 anos depois, por motivos diferentes, a história vai repetir-se. Coincidências…

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