Apresentação - Correio de Guimarães




O jornal “Correio de Guimarães” afirma-se pela positiva, exigência e qualidade, recusando-se aceitar a realidade cinzenta e frequentemente amadora da Imprensa periódica análoga.
Porque o jornalismo moderno exige mais do que a simples descrição dos factos ou a transcrição de declarações e press releases, implicando também uma capacidade crítica e a obrigação de ser útil aos leitores, o “Correio de Guimarães” não pratica um jornalismo tendencioso, ou de facção, mas informa e busca, com sensibilidade, trazer para as suas páginas casos humanos relatados com dignidade e elegância, dando a palavra aos cidadãos de Guimarães – do cronista ilustre ao herói anónimo.
Rejeitamos um jornalismo anódino e pretendemos implantar uma cultura editorial exigente e atenta à inovação, de forma a não desiludir os leitores mais críticos, sempre com um fortíssimo sentido de responsabilidade social, sobre o qual se erguem os princípios sagrados da liberdade de Imprensa.
Em nenhum caso o rigor da informação será sacrificado em face de outros critérios, numa concepção editorial que corresponde a uma dupla exigência, de qualidade e de diversidade, com áreas de informação e tempos de leitura diferenciados. Cada uma destas áreas de informação, abrangendo, em 16 páginas, todos os géneros jornalísticos – da entrevista à reportagem ou da notícia à crónica -, apresenta características específicas que determinam diferenças de estilo gráfico e redactorial.
Em virtude da periodicidade do jornal, a componente noticiosa irá abordar incidentes relevantes do passado recente, mas inevitavelmente colocar os olhos no futuro, mantendo a publicação o mais actual possível, do ponto de vista informativo. Noticiar é, pois, anunciar o que é novo.
O factor humano é para nós essencial numa informação que se quer viva e que não se limita a um repositório descolorido de acontecimentos e situações. Não obstante, os pormenores acessórios que intervêm na descrição humanizada de um facto não devem fazer perder de vista o essencial.
O poder do jornalismo só tem efectiva legitimidade se não se confunde com nenhum outro, sendo certo que o trabalho jornalístico, tal como o trabalho artístico ou científico, constitui um fim em si mesmo. O “Correio de Guimarães” não é o mensageiro de uma verdade instrumental com objectivos políticos, sociais, económicos ou culturais. Respeitando as regras de ouro da técnica e da deontologia, maior será a sua credibilidade junto dos leitores e concidadãos que serve, e com os quais assume o seu primordial compromisso.

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